Apesar de a ejeção não parecer estar diretamente apontada ao nosso planeta, os especialistas admitem que uma parte da nuvem de plasma possa atingir a magnetosfera terrestre e provocar auroras em latitudes elevadas.
Explosão ocorreu na face oculta do Sol
De acordo com as informações, a mais recente ejeção de massa coronal foi observada pelos instrumentos do observatório espacial SOHO.
A explosão surgiu junto ao polo sul solar, mas sem estar associada a qualquer erupção visível na face do Sol voltada para a Terra.
Isto significa que a origem do fenómeno esteve muito próxima da extremidade do disco solar ou até na face oculta da estrela, reduzindo significativamente a probabilidade de um impacto direto na Terra.
Mancha solar continua muito ativa
Os especialistas continuam a acompanhar várias regiões ativas do Sol, sobretudo as manchas solares AR4478 e AR4475, que apresentam configurações magnéticas complexas e capazes de produzir erupções de elevada intensidade.Possibilidade de auroras
Além da CME recentemente observada, o vento solar proveniente de um buraco coronal continua a influenciar o ambiente espacial junto da Terra.Os modelos de previsão indicam que poderão ocorrer períodos de atividade geomagnética elevada, incluindo tempestades de nível G1 (fracas), suficientes para aumentar a probabilidade de observação de auroras boreais nas regiões mais próximas dos polos.

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